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| King Solomon. Foto Annah Rowe; Bustin Boards. |
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| Concrete Kings após um mini bomb. Foto Annah Rowe; Bustin Boards. |
A "push culture", que numa tradução livre pode ser entendida como a "cultura da remada" (ato de dar impulsão com um dos pés), surge da combinação da necessidade de deslocamento em trajetos flat & diversão. A idéia é muito mais cruzar a cidade e curtir a intensidade do ride, que por vezes, torna-se bastante perigoso para os menos experientes, dado o grande fluxo de carros, transeuntes e imprevistos. De qualquer forma, o fato é que esses novaiorquinos não se intimidaramm com o trânsito intenso de suas ruas movimentadas, tão pouco se desanimaram com a geografia plana de sua cidade, e nesse ponto, foram muito além e romperam com o paradigma de que longboard é sinônimo de downhill. Na minha modesta opinião, isso é um grande passo dado, pois transformaram tudo isso numa verdadeira (sub)cultura no longboard, reacendendo o velho cruising e se apropriando da cidade de uma forma positiva, prazerosa & sustentável.
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| Pushing! Foto Annah Rowe; Bustin Boards. |
"I can take a trip from here to 3 blocks away 4 or 5 times a day and every trip wil be different. (...) Longboarding here isn't just for fun, it's one of the fastest way to get around."
King Solomon
Por aqui, deixei para trás o tempo em que me limitava aos roles de fim de semana nos picos de pouco trânsito, para encarar a cidade de frente, cruzando-a diariamente, porem sem pressa e curtindo o flow ao ir e voltar do trabalho. Apesar dos percursos de ida e volta serem os mesmos, faço coro com o Solomon, pois a experiência de ride nunca é igual. Tudo é tão mutável e fugaz quanto o mar, onde o ride em cada onda é único e não se repete jamais.
Abaixo segue a publicação "Shered: NYC push-culture". Vale uma folheada digital!
Por falar em push-culture, acaba de sair do forno a versão final do filme "2010 Concrete Wave Evolutions DVD - Bustin Boards: Push Culture Longboarding NYC". Irado!
Video via Bustin Boards.


